28.8.13

Estamos de Luto.

Nossos mais sinceros votos de Luto ao companheiro Luciano da Silva Lopes que nesta data teve a partida do seu melhor amigo, seu pai que veio a falecer nesta data em Pilar do Sul-SP
Companheiro, estamos juntos com você nesta dor, pois quando um ente querido nos deixa e vai morar com Deus, é inexplicável.

22.8.13

CONVOCAÇÃO AOS VIGILANTES DE SOROCABA E REGIÃO


6.8.13

Empresa contrata em 13/08 para área de limpeza

Grupo Sempre contrata:

07 Auxiliares de Limpeza masculino;03 Operadores de máquina de limpeza;03 Líderes de limpeza;01 Copeira09 Jardineiros27 Auxiliares de limpeza feminino03 Mensageiros Masculino
Comparecer dia 13 de agosto as 08:00 hs com todos os documentos e caneta:Rua Achiles Campolim, 173 ( Travessa da Rua Pandiá Colágeras- Próximo da Rodoviária ) 

26.7.13

FENAVIST JOGA SUJO E TENTA EXCLUIR VIGILANTES DESARMADOS DO PAGAMENTO DOS 30 %


Mais uma vez a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist)
 deixa clara sua total falta de compromisso e respeito com os vigilantes de todo o país. Durante a reunião
 do Grupo de Trabalho Tripartite (GTT) realizada nesta terça-feira (23), a bancada patronal investiu novamente
 na tentativa de excluir os vigilantes desarmados do direito de receber o adicional de 30% de risco de
 vida/periculosidade. A proposta dos patrões contraria o que é defendido pela bancada dos trabalhadores e do
 governo, e pretende diferenciar quem trabalha armado e quem trabalha desarmado.
Para a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) essa tentativa é uma afronta aos trabalhadores.
“A proposta é descabida, pois não é o uso de armas que determina a periculosidade da profissão”,
 argumentou José Boaventura, presidente da CNTV. “A afirmação deles é completamente contra a lei, não tem
 amparo nenhum. A profissão é de risco e isso não depende de estar armado ou desarmado. Os trabalhadores não
aceitarão, também, qualquer outra possibilidade de remeter para perícia de avaliação de risco”, enfatizou.
A proposta apresentada pelos patrões compreende, basicamente, a tentativa de contrariar o texto legal e até mesmo as convenções coletivas que eles próprios assinaram e que reconhecem a atividade de vigilante como sendo de risco independentemente do uso de arma de fogo. Ao contrário disso, os representantes dos trabalhadores defendem, também, a inclusão do pessoal de supervisão, de monitoramento eletrônico e de instrução.
“Precisamos estar atentos e mobilizados.Quando necessário, os companheiros devem atender ao seu sindicato para discutir, pressionar os patrões, o MTE, para derrotar essa intenção dos patrões de desfazer o que a lei estabelece, que foi conquistado,que o congresso aprovou e a presidente sancionou”,destacou Boaventura.
Fenavist tenta suspender reunião
Na tentativa de ganhar tempo, a Fenavist insistiu em suspender a segunda parte da reunião, agendada para esta quarta-feira (24). Tanto trabalhadores quanto governo compreenderam a necessidade de dar celeridade ao processo e, por isso,cancelaram apenasas atividades da manhã, mantendo a agenda da tarde,prevista para iniciar às 13h.
Participou da reunião uma observadora do Ministério Público do Trabalho (MPT), Dra. Ileana Mousinho. O MPT expôs a dinâmica do GTT e distribuiu cópias das contribuições recebidas durante a fase de consulta pública para o texto de regulamentação.
Fonte: CNTV

22.7.13

Fenavist classifica como “normal” morte de vigilantes em serviço

Mais uma vez ficou comprovado  descaso de alguns patrões sem o menor senso de humanidade e compaixão com os companheiros mortos em serviço e seus familiares.Enquanto a categoria pede incansavelmente mais investimento e atenção a diversos aspectos, entre eles a forma como é feito o abastecimento de caixas eletrônicos, a Federação Nacional de Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist)entende que a morte de vigilantes é “normal”. A afirmação foi feita pelo representante da Fenavist na 97ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), Salmen Kamal Ghazale, e chocou os representantes dos trabalhadores. A reunião foi realizada em Brasília no dia 17 de julho.
Enquanto argumentava sobre o crescente número de mortes de vigilantes e cidadãos comuns em
assaltos durante abastecimentos de caixas eletrônicos, José Boaventura, presidente da Confederação
Nacional dos Vigilantes (CNTV), reiterou a necessidade de instalar os caixas eletrônicos em locais seguros e sem grande circulação de pessoas.
Em resposta, Ghazale classificou essas fatalidades como “normais,inerentes à profissão”. “É normal
haver incidentes, morrer vigilante”,disse. A afirmação confirma o descaso com as condições de
trabalho que tantas vezes resulta em mortes.
“Esstamos falando de mortes decorrentes da negligência e não do risco inerente à profissão. Isso demonstra o trato irresponsável das empresas com a vida das pessoas.Quantas mortes serão necessárias para que se perceba que não é possível continuar do jeito que está?”, indagou Boaventura.
Antes do julgamento dos processos José Boaventura, presidente da CNTV, apresentou um vídeo mostrando vigilantes fazendo abastecimento de caixas eletrônicos em supermercado, shopping e
rodoviária no Espírito Santo.Eles aparecem sentados no chão,contando o dinheiro dos cassetes,
em situação de alto risco para esses trabalhadores e os cidadãos que passam no local. Boaventura cobrou o fim da contagem e do manuseio do numerário, bem como a utilização de máquinas que possibilitam a simples troca de cassetes.
O representante da Contraf ,Ademir Wiederkehr, reforçou a luta dos vigilantes, recordou que
segue em aberto um procedimento instaurado em 2009 sobre o problema no Ministério Públicodo Trabalho (MPT) em Brasília e defendeu a instalação de caixas eletrônicos somente em locais
seguros com abastecimento na parte traseira mediante a troca de cassetes,como no Itaú.
A nova coordenadora da CCASP, delegada Silvana Helena Vieira Borges, prometeu realizar um estudo sobre o assunto e depois fará um parecer orientando o procedimento,a fim de garantir segurança nas operações de abastecimento.Também sugeriu uma mudança na norma e a estipulação de um prazo para o cumprimento, além de uma comissão com a Fenavist, AssociaçãoBrasileira das Empresas de Vigilância(Abrevis), Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores
(ABTV), CNTV e PF para discutir o tema.
Fonte: CNTV

Seguro-desemprego voltará a ter ganho real, diz ministro do Trabalho

O seguro-desemprego voltará a ser corrigido pela mesma fórmula aplicada ao salário mínimo (acima dainflação), independentemente do valor do benefício, de acordo com o ministro Manoel Dias (Trabalho) .A regra, que leva em conta a inflação passada e o crescimento da economia, deixou de ser usada no início deste ano para os benefícios acima de um salário mínimo (atualmente R$ 678).
 
Fonte: CNTV.